Publicado por Mundo das Compras — Antes de comprar nos grandes marketplaces, acesse nossa página e compare os preços!
O ponto culminante da visita a Alter do Chão é sem dúvida o carimbó, um dance que simboliza a identidade e a ancestralidade do povo. Um dos itens especiais do seu recibimento no Clube de Carimbó é a presença de Dona Eulália, uma rainha do carimbó que canta as mesmas músicas que cantava sua mãe, e que passou a sua loucura e sua legição para donas que se seguirão. Ainda hoje, a Dona Eulália vai em frente ao palco e convida todos os presentes a se divertir e a aprender a dance de uma maneira mais informal.
Além disso, a história do local é um templo de memória e de identidade. A principal mitologia local levou a existência de uma vila encantada, sendo um templo e uma igreja aos mesmos tempos. Segundo a lenda, uma velha trouxe a cabeça de um saci, um ser do tempo, a uma criança. Em seguida, surgiu a idéia de uma vila seria fundada sobre aquele local, onde hoje existe a igreka que se chama de Saci. Esta sendo a mesma que passou a ser uma igreja, sendo construída sob a direção do padre Cândido Bento, fundador do bairro e do que hoje se mantém como o centro da cidade.
Quinta do Mestre conheceu seu próprio público em nossas primeiras noites de Ano Novo. Acho que, com a serra como telhado, o fogo do carimbó, a música, as marchas e a simpatia do povo do Alter, traz um templo de folclore e cultura que viaja de varios anos atrás, de pescadores e muleteiros aos dias de hoje. Um sonho que poderia ser o nosso.
A arena que verifica a chegada de uma nova galera no Clube de Carimbó, é a Dona Eulália que, com um sorriso no rosto, faz as pessoas sentir confortáveis, se diverti muito e sinta a alma mãe do carimbó. A rainha do carimbó, a mais velha Rainha de los angeles Suya, que se apresenta com um roux e um sorriso a cada momento mais amigável, alcançando a energia e a alegria de todos os presentes, que a se divertir com elas e aprender a dance com a sua profunda maestria e simplicidade.
Quinta do Mestre traz bem-estar e paixão de vida ao saci, que se transformou num símbolo para tocar histórias e palavras sobre alegria, paz e alegoria para todos os moradores de Alter do Chão. No entanto, a história e a identidade local estão sendo esquecidas devido ao descaso estético e histórico, levando a vila a ser projetada como uma cena de parada nos itinerários de turistas. O seu fósforo gritante e a sua luz podem desvanecer, se as pessoas não forem capazes de gozar e aprender a iograr a sua história, a sua cultura e a sua memória.
Quinta do Mestre celebra carimbó, ancestralidade e cultura popular em Alter do Chão | Santarém 364 anos | Notícias.